Instituto Brasileiro
de Direito Urbanístico

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Direito à Cidade: uma visão por gênero

 

 

Apresentação

 

A criação do Dia Internacional de Luta das Mulheres tem sua origem no início do sé- culo XX, em um contexto em que o movimento pelo sufrágio universal era muito intenso, principalmente nos Estados Unidos e na Europa.

 

Nos Estados Unidos, o Partido Socialista já comemorava o Dia Internacional da Mu- lher, no último domingo de fevereiro, desde 1909; mas foi a II Conferência Internacional de Mulheres Socialistas – realizada em 1910, em Copenhague (Suíça) – que aprovou a celebração de um dia internacional das mulheres trabalhadoras, a partir da proposta da líder do movimento internacional feminista Clara Zetkin.

 

Alguns anos mais tarde, a Revolução Russa de 1917 consagrou, definitivamente, o Dia Internacional da Mulher na data de 8 de março. Isto, porque, o dia 8 de março de 1917 (23 de fevereiro, segundo o antigo calendário russo) tornou-se memorável na histó- ria. Nesta data, as mulheres russas marcharam por “pão, paz e terra”. Foi o estopim da Revolução de Fevereiro de 1917, que antecedeu a Revolução de Outubro no mesmo ano e que mudou para o sempre o curso do desenvolvimento da História no mundo.

 

Por reconhecer e valorizar o histórico de luta das mulheres, o Instituto Brasileiro de Direito Urbanístico mobilizou esforços para contribuir com o tema, trazendo elementos para a reflexão do direito à cidade a partir do recorte de gênero feminino.

 

“Direito à Cidade: uma visão por gênero” é uma publicação que se diferencia das demais do Instituto. Ela reúne diversas vozes ativistas, com diferentes vivências e trajetó- rias que participam da luta pelos direitos das mulheres. As autoras convidadas são mu- lheres que ajudaram a construir o IBDU ao longo dos anos, como integrantes da direto- ria, colaboradoras da equipe técnica, associadas e parceiras. À medida que a publicação foi ganhando corpo, a rede foi expandindo-se e agregando novas colegas para este feito.

 

Nesse sentido, agradecemos imensamente a cada uma dessas mulheres que compar- tilharam aqui suas palavras, levando-nos a reflexões e resistências.

 

O Instituto Brasileiro de Direito Urbanístico deseja que este material auxilie na luta por cidades mais justas, inclusivas e democráticas. A pretensão é que esta publicação seja a primeira de várias que se proporão a refletir sobre o Direito à Cidade nos mais diversos enfoques, como juventude, questão étnico-racial, dos direitos LGBT’s, etc. Acreditamos que, apenas, com a percepção do todo e de suas especificidades poderemos avançar na construção de cidades para todas e todos.

 

Boa leitura!

 

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